domingo, 1 de julho de 2012

"Amor em Budapeste..."

"Nenhuma nesga de luz,
 Nenhum rabicho de sol,
 Só insiste em brilho fosco,
 Tosco agora,
 O arco íris que comprei em 
 Budapeste há dois anos,
 Quando não éramos sós,
 Quando éramos sóis,
 Quando éramos nós.


Arranco a casca da ferida. 
Reparto em dois, em três, em mil 
aquilo que queria engolir sozinha.
Agora tanto faz. Não machuca mais.
Não há sangue correndo pro teu mar
Porque não era eu
Porque não era você
Porque não era amor..."





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