Quando eu cheguei aqui no Guarujá a sua família foi uma das primeiras que conheci. Curiosamente, você foi sempre a que tive menos contato. Notícias suas só tinha assim, an passant. Sempre voando. Uma hora no Sul, outra em Sampa, outra em Trancoso. Mas em janeiro, quando te levei algumas vezes para a radioterapia em Santos, nos aproximamos. Mesmo com a morte vigiando da esquina, falávamos de vida. Das nossas vidas. Amores, dissabores e planos (e você tinha tantos!): o restaurante, sua filha, um novo amor, talvez voltar a Trancoso, quem sabe? Quem saberia, pelo menos quem ousaria, naquele momento, pensar na estupidez da inexorabilidade da morte, esse hiato sem fim, desmantelando todos esses planos? Não sei se atropelo o sujeito ali dizendo que “quem tem planos não morre” ou, sei lá, acredito que seja melhor pensar assim que, de fato, você não tenha morrido, mas se libertado daquele corpo doente que não combinava em nada, nada, contigo. Uma mulher inquieta, ativa, irre...
Hahahahahahahahahahahahahaha...tá certo! Beijo!
ResponderExcluirComo eu costumo dizer: BATEU NA FACE DELE, CLARINHA! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk AMEI! :)
ResponderExcluirE ah: Será que é pedir demais?! hihi :*
Beijo enorme.
Na verdade,Glorinha, isso foi uma grande brincadeira que fiz com o Zatônio. Sei que ele é um homem muito inteligente e um provocador acima de tudo.E depois, essa história de GUERRA DOS SEXOS é uma grande balela. Até porque a confraternização entre "os inimigos" é intensa e constante...ainda bem, né?! Beijo Glorinha!!! Adoro te ver por aqui, menina!!
ResponderExcluirClara Gurgel