"Nenhuma nesga de luz, Nenhum rabicho de sol, Só insiste em brilho fosco, Tosco agora, O arco íris que comprei em Budapeste há dois anos, Quando não éramos sós, Quando éramos sóis, Quando éramos nós. Arranco a casca da ferida. Reparto em dois, em três, em mil aquilo que queria engolir sozinha. Agora tanto faz. Não machuca mais. Não há sangue correndo pro teu mar Porque não era eu Porque não era você Porque não era amor..."